Os motoristas que circulam por Curitiba enfrentam grandes transtornos devido aos pontos de alagamento e à lentidão severa no tráfego em importantes vias da capital paranaense. A combinação de chuvas fortes com intervenções viárias resultou em congestionamentos expressivos que afetam a rotina de quem transita pelas regiões do Campina do Siqueira e do Bigorrilho.
Na Rua Major Heitor Guimarães, que atualmente passa por obras e apresenta estreitamento de pista, um ponto de alagamento crítico se formou justamente no cruzamento com a Alameda Júlia da Costa. A situação na área é delicada, registrando mais de um quilômetro de fila. O fluxo de veículos pesados e parado na via já transborda e afeta negativamente o trânsito em ruas fundamentais do entorno, como a Monsenhor Ivo Zanlorenci e a Hugo Kinzelmann, que também acumulam longos congestionamentos.
Para os condutores que trafegam pela Rodovia do Café, uma alternativa viável na região é utilizar a Rua Paulo Gorski como rota de desvio até alcançar a Avenida Nossa Senhora Aparecida, na tentativa de fugir dos maiores gargalos formados pelas retenções.
Outro ponto que exige atenção redobrada de quem está ao volante é a Rua Padre Agostinho. O trecho apresenta trechos alagados e tráfego bastante carregado, sobretudo nas proximidades do acesso para a Rua Mário Tourinho. Neste caso específico, as autoridades locais informam que não há rotas alternativas viáveis para desvio, o que obriga os motoristas a pacientemente enfrentarem a lentidão.
Orientações de segurança da Defesa Civil
Diante do cenário de instabilidade climática e ruas inundadas, a Defesa Civil reforça alertas importantes para a população. O órgão orienta enfaticamente que motoristas e pedestres evitem a todo custo tentar atravessar áreas alagadas, seja a pé ou utilizando veículos, pois a força da água e os buracos ocultos representam riscos severos.
Além disso, recomenda-se que qualquer pessoa que esteja circulando pelas ruas durante temporais mantenha distância segura de elementos que possam oferecer perigo iminente, como árvores de grande porte, postes de iluminação pública, placas de sinalização, fios elétricos caídos e coberturas metálicas instáveis.
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Fonte:: cbncuritiba.com.br


