Lideranças dos caminhoneiros se reuniram para analisar as propostas do governo federal, que visam evitar uma paralisação nacional. A categoria aguarda a formalização das medidas, especialmente a que trata do “travamento” do custo mínimo do frete, que seria fiscalizado com rigor para punir empresas que descumprirem a regra. A expectativa é que uma medida provisória seja editada para detalhar essas ações, garantindo a segurança jurídica e a efetividade das propostas.
Além das discussões sobre o frete, os caminhoneiros apresentaram outras reivindicações importantes. Entre elas, destacam-se a isenção de pedágio para veículos vazios em períodos de crise e um maior controle sobre os preços do diesel, com a criação de um teto emergencial para o combustível. O governo, por sua vez, propôs zerar impostos federais sobre o diesel e negociar com os estados a redução do ICMS, buscando aliviar a pressão sobre os custos operacionais da categoria.
Contudo, a decisão final sobre a greve ainda está pendente. Os líderes da categoria enfatizam a necessidade de que as medidas sejam não apenas anunciadas, mas também efetivamente implementadas e detalhadas em uma medida provisória. Uma nova reunião será realizada para avaliar se as ações governamentais atendem plenamente às demandas, definindo assim os próximos passos e a possibilidade de cancelar a paralisação. A categoria busca garantias concretas para a sustentabilidade de suas atividades.


