Com elenco estelar, Espanha lidera Grupo H da Copa do Mundo

Marcelo Borges
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Foto: © Reuters/Heiko Becker/proibida reprodução

A seleção da Espanha, cabeça de chave do Grupo H, surge como uma das principais favoritas ao título na Copa do Mundo de 2026, após enfrentar dificuldades nas últimas edições do torneio. O time reúne jogadores de destaque como o jovem atacante Lamine Yalmal, do Barcelona, o meio-campista Rodri, do Manchester City, e o zagueiro Cucurella, que atualmente joga no Chelsea.

O Grupo H também conta com seleções de peso como o Uruguai, uma referência no futebol sul-americano, a Arábia Saudita e Cabo Verde, que fará sua estreia em Copas do Mundo. O torneio terá início na próxima quinta-feira, dia 11, em uma co-sede de Estados Unidos, Canadá e México.

Com um futebol competitivo, a Espanha se destacou na Eurocopa 2024, conquistando o título após vencer a Inglaterra. Esse triunfo reacendeu as esperanças da equipe em busca do seu segundo Mundial, sendo a última conquista registrada em 2010, na Copa do Mundo da África do Sul. Desde então, a Fúria enfrentou eliminações precoces, incluindo a queda nas oitavas de final em Catar 2022 e Rússia 2018, além de uma eliminação na fase de grupos durante a Copa do Mundo de 2014, no Brasil.

O sucesso recente da Espanha é também resultado do trabalho do técnico Luis De La Fuente, que está à frente da equipe há cerca de três anos e meio. Sob sua liderança, a seleção se destacou nas eliminatórias europeias, contabilizando cinco vitórias em seis jogos, sem registrar nenhuma derrota.

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A seleção uruguaia, bicampeã mundial (1930 e 1950), é vista como uma forte candidata a avançar para a fase de mata-mata no torneio. Comandada pelo argentino Marcelo Bielsa, a Celeste Olímpica busca se recuperar após um desempenho abaixo das expectativas na Copa do Catar 2022, onde foi eliminada ainda na fase de grupos. Bielsa tem apostado na criatividade de seus meio-campistas, sendo que do total de 26 convocados, 12 atuam nessa posição, incluindo nomes como Federico Valverde, do Real Madrid, e Rodrigo Bentancur, do Tottenham.

Apesar de convocados, jogadores importantes como Giorgian De Arrascaeta, do Flamengo, e Joaquín Piquerez, do Palmeiras, ainda se recuperam de lesões graves e podem ser desfalques iniciais para a equipe uruguaia.

A Arábia Saudita é a representante asiática e participa pela sétima vez de uma Copa do Mundo. O melhor desempenho dos Falcões Verdes foi na Copa de 1994, também realizada nos Estados Unidos, quando atingiram as oitavas de final. Na última edição, a seleção surpreendeu o mundo ao vencer a Argentina por 2 a 1, sob o comando do técnico francês Hervé Renard, que foi demitido em abril deste ano. O novo treinador é o grego Georgios Donis.

O entrosamento do time pode ser um ponto favorável, já que muitos jogadores convocados atuam em clubes sauditas de grande destaque, como Al-Hilal e Al-Nassr. O atacante Salem Al-Dawsari, de 34 anos, é um dos principais jogadores da equipe, sendo o camisa 10 dos sauditas.

Por fim, Cabo Verde chega ao Mundial após garantir uma vaga histórica, superando adversários respeitáveis nas eliminatórias africanas, incluindo a tradicional seleção de Camarões, que não conseguiu classificar-se este ano. O proveito dessa classificação inédita é creditado ao técnico Pedro Brito, conhecido como Bubista, que foi eleito o melhor treinador da África na temporada anterior.

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Classificados como “azarões”, os Tubarões Azuis contam com jogadores que se destacam no futebol português e em ligas de menor expressão na Europa. O atacante e capitão Ryan Mendes, que joga pelo Iğdır, time que milita na segunda divisão da Liga Turca, é um dos principais destaques da equipe.

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Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

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