Guerra na Ucrânia: Rússia dispara mísseis contra Kiev

Marcelo Borges
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Foto: Divulgação / Estadao.com.br

Na madrugada deste sábado, dia 11, a capital da Ucrânia, Kiev, foi alvo de um ataque aéreo, com ao menos cinco explosões sendo registradas nas primeiras horas do dia (horário local). As autoridades ucranianas emitiram alertas sobre a possibilidade de um ataque russo utilizando mísseis.

Segundo informações da agência de notícias AFP, as sirenes de alerta aéreo começaram a soar minutos após a primeira explosão. Tymur Tkachenko, chefe da administração militar de Kiev, confirmou através do Telegram que a Rússia estava “atacando a capital com mísseis”.

Este ataque aéreo acontece um dia após que drones ucranianos atingirem alvos de infraestruturas petrolíferas na Rússia, incluindo o porto de Taganrog, situado no sul do país. Desde o início de junho, Kiev tem sido alvo de ataques intensos, que têm utilizado um volume crescente de mísseis, muitos dos quais são balísticos, tornando-se mais difíceis de serem interceptados.

No dia anterior, entre 1º e 2 de julho, a cidade vivenciou um bombardeio sem precedentes que resultou na morte de trinta pessoas.

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Um estudo do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS), divulgado no começo do mês, revela que mais de dois milhões de soldados, entre russos e ucranianos, foram mortos ou feridos desde o início do conflito em 2022. As perdas foram mais densas para a Rússia, que, desde a invasão da Ucrânia, registrada em fevereiro de 2022, contabiliza 1,4 milhão de militares mortos ou feridos.

Dentro deste total, cerca de 450 mil soldados russos perderam a vida, um número que é quatro vezes superior ao total de mortes de militares americanos em todos os conflitos desde a Segunda Guerra Mundial. Já as forças armadas ucranianas enfrentaram entre 525 mil e 625 mil baixas, das quais entre 125 mil e 150 mil correspondem a mortes, conforme aponta o mesmo estudo.

Entretanto, as autoridades locais alertam que os números de baixas são desafiadores de se precisar com exatidão ao longo da guerra, dado que se acredita que Moscou geralmente subestime a quantidade de mortos e feridos, enquanto a Ucrânia opta por não divulgar seus dados oficiais. O estudo do CSIS se baseou em estimativas fornecidas por órgãos do governo dos Estados Unidos e do Reino Unido, entre outras

Fonte: estadao.com.br

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