A Polícia Federal deflagrou a terceira fase da Operação Estufa, cumprindo na sexta-feira, 7, um mandado de busca e apreensão na cidade de Curitiba, capital do estado do Paraná. A ofensiva teve como principal alvo um indivíduo apontado nas investigações como o operador responsável pelo escoamento e pela distribuição de entorpecentes que eram cultivados de maneira clandestina.
De acordo com as autoridades federais, o inquérito policial avançou após a constatação de indícios contundentes de movimentações financeiras consideradas incompatíveis com a capacidade econômica declarada pelos investigados. Os investigadores identificaram que o esquema utilizava contas bancárias de terceiros como estratégia para ocultar a origem e a destinação final dos recursos ilícitos, além do uso recorrente de transações em espécie para dificultar o rastreamento do dinheiro.
Bloqueio de bens e valores
Como desdobramento das diligências executadas durante a operação, o Juízo competente determinou o sequestro de ativos financeiros. A medida cautelar atinge o montante de até R$ 500 mil mantidos em contas bancárias ligadas diretamente ao principal investigado.
O bloqueio patrimonial tem como objetivo principal paralisar o fluxo financeiro da rede criminosa, impedindo a continuidade das atividades ilícitas, além de assegurar meios para uma eventual reparação dos danos sociais e econômicos causados pela atuação da associação criminosa investigada pela Polícia Federal.
Fonte:: folhadolitoral.com.br


