Reviravolta no caso Roberto: MP aponta indícios de crime

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O Ministério Público do Paraná se posicionou contra o arquivamento do inquérito que apura o desaparecimento de Roberto Farias Tomaz. (Foto: Divulgação/Rede social).

O Ministério Público do Paraná se posicionou contra o arquivamento do inquérito que apura o desaparecimento de Roberto Farias Tomaz, de 19 anos, ocorrido no início de janeiro durante uma trilha no Pico Paraná, em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba.

Roberto vira garoto propagando do BK:

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Na manifestação encaminhada à Justiça, o MP sustenta que a investigada decidiu abandonar Roberto mesmo diante de sinais claros de comprometimento físico, como náuseas intensas e dificuldade para caminhar. Para o promotor do caso, a escolha de seguir sozinha pela trilha, em meio a condições climáticas desfavoráveis e terreno irregular, caracteriza conduta dolosa.

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NÃO PRESTOU AUXÍLIO

Para a Promotoria, no entanto, o cenário apresentado nos autos demonstra que a jovem tinha consciência dos riscos envolvidos e, ainda assim, optou por não prestar auxílio.

INDENIZAÇÃO AO CORPO DE  BOMBEIROS

Além da responsabilização penal, o MP pede que a investigada seja condenada a indenizar a vítima e a ressarcir o Corpo de Bombeiros do Paraná em R$ 8,1 mil, valor referente aos custos das buscas, que se estenderam por cinco dias na área de mata.

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