De acordo com o levantamento divulgado nesta segunda-feira, 4 de maio, pela Ookla, responsável pelo Speedtest, o Brasil ocupa a 26ª posição no ranking global de velocidade de banda larga fixa, apresentando uma média de download de 221,53 Mbps no mês de março. Esse desempenho coloca o país à frente de economias como a Itália, que teve uma média de 117,11 Mbps, e a Alemanha, com 103,72 Mbps, conforme os dados reportados no estudo.

A pesquisa também enfatiza o crescimento da tecnologia de fibra óptica no Brasil. Até o final de 2024, estima-se que 18,7% da população utilize esse tipo de conexão, superando a média de 17,1% observada nos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Esses números refletem um aumento no acesso à tecnologia, alinhando-se ao desenvolvimento da infraestrutura de banda larga fixa no país.
O estado de Santa Catarina é destacado como um exemplo notável de fragmentação no mercado. Provedores locais, como Ateky, P4net Telecom, Unetvale, Serra Geral Internet e RVT Telecom, possuem uma participação individual aproximada de 1% no mercado. Essa situação evidencia a atuação simultânea de uma variedade de operadores de pequeno porte em determinadas regiões, ampliando as opções para os consumidores.
Além disso, o estudo ressalta que o setor de banda larga fixa no Brasil está passando por um processo de consolidação. Um dos exemplos mencionados é a aquisição da Desktop pela Claro, que ainda aguarda a aprovação dos órgãos reguladores brasileiros para que a transação se concretize.
Com essas transformações, o mercado brasileiro de banda larga fixa reflete um crescimento significativo, tanto em termos de infraestrutura quanto na diversidade de provedores, oferecendo novas perspectivas para os consumidores em diferentes regiões do país.
Fonte: convergenciadigital.com.br


