Você já se perguntou como era o dia a dia alimentar de um dos maiores ícones da história do cinema mundial? Sean Hepburn Ferrer, filho da inesquecível Audrey Hepburn (1929-1993), decidiu vir a público para colocar um fim definitivo nas especulações que cercaram a vida da mãe por décadas. Em sua nova obra, a biografia autorizada intitulada “Intimate Audrey”, desenvolvida em parceria com a escritora Wendy Holden, ele detalha os hábitos reais da artista longe das câmeras e desmistifica os persistentes boatos sobre sua saúde física.
Em declarações repercutidas recentemente pela revista People, Sean foi categórico ao afirmar que a mãe jamais enfrentou qualquer tipo de transtorno alimentar. A esguia silhueta que marcou gerações e encantou o mundo em clássicos das telonas não era fruto de privações extremas ou doenças, mas sim de um metabolismo acelerado aliado a uma rotina de autocuidado e moderação. Longe de seguir dietas restritivas da moda, a atriz mantinha uma relação saudável e prazerosa com a comida.
De acordo com o relato do filho, Audrey exercia controle total sobre o que consumia, preparando muitas vezes as suas próprias refeições em casa. A grande chave para a manutenção do peso e da boa forma física ao longo dos anos estaria na atenção redobrada ao tamanho das porções diárias. “Apesar de décadas de boatos de que ela tinha um distúrbio alimentar por ser tão magra, ela cozinhava, assava e comia o que gostava, mas tinha cuidado com as porções”, destacou o autor na publicação.
A rotina gastronômica e os segredos do dia a dia
O livro biográfico abre as cortinas da intimidade da estrela para revelar um cardápio surpreendentemente comum e saboroso. A rotina matinal da artista começava de maneira simples: a atriz iniciava o dia com um ovo cozido, torradas e geleia. Logo em seguida, para manter o condicionamento físico em dia, ela costumava realizar uma caminhada revigorante em ritmo intenso.
Na hora do almoço, o cardápio equilibrava leveza e energia. Audrey optava frequentemente por uma salada fresca ou uma sopa reconfortante, complementadas por um sanduíche e, para adoçar o momento, uma bola de sorvete de baunilha acompanhada de calda. Em alguns dias específicos da semana, ela também permitia-se apreciar uma cerveja bem gelada durante a refeição.
O período da tarde reservava momentos de descanso e pequenos prazeres gastronômicos. Após a tradicional soneca vespertina, Audrey Hepburn costumava comer um pedaço de chocolate amargo. Conforme o dia chegava ao fim, a rotina contava ainda com um toque de descontração ao pôr do sol, momento em que apreciava uma dose de uísque.
Para o jantar, a predileção da atriz era por pratos reconfortantes e tradicionais. A refeição noturna consistia geralmente em uma generosa porção de massa ao molho pomodoro, servida sempre acompanhada de uma salada verde.
A recusa absoluta aos procedimentos estéticos
Além de esclarecer a verdade sobre os hábitos à mesa, Sean Hepburn Ferrer aproveitou a obra para abordar a postura da mãe em relação aos padrões de beleza e ao envelhecimento natural. Segundo o relato, a artista mantinha uma rejeição veemente a qualquer tipo de intervenção cirúrgica estética.
Para Audrey, a passagem do tempo e as marcas deixadas por ele deveriam ser celebradas, e não combatidas artificialmente. “Qualquer sugestão de cirurgia plástica era um anátema para ela, pois ela honrava a história de cada linha em seu rosto”, concluiu o filho, reforçando a elegância genuína e a autenticidade que definiram a trajetória da atriz até o fim de sua vida.
Fonte:: tvpop.com.br


