Durigan: Não há bala de prata para juro alto e guerra é principal pressão

Marcelo Borges
2 min. de leitura
Dario Durigan, ministro da Fazenda  • Diogo Zac...

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O ministro da Fazenda, Dario Durigan, avaliou na noite de segunda-feira (4) que, atualmente, o que mais pressiona a política monetária é a guerra no Oriente Médio.

Questionado sobre um potencial efeito negativo pelas contas públicas sobre os juros, Durigan disse em entrevista ao

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não acreditar que seja o fiscal a razão do juro alto no país. Segundo o ministro, o fiscal pode ser uma explicação, mas que deveria pesar pouco considerando o cenário.

Desse modo, o chefe da equipe econômica pontuou que não há uma “bala de prata” que resolva a questão dos juros altos no país.

O Copom (Comitê de Política Monetária) do BC (Banco Central) voltou a

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cortar, na última quarta-feira (29), a taxa básica de juros do país em 0,25 ponto percentual

, levando a Selic ao patamar de 14,5% ao ano.

A decisão foi unânime e saiu em linha com as expectativas do mercado, 

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que vinham deteriorando desde o início da guerra no Oriente Médio, há cerca de dois meses

Um detalhe sobre uma palavra foi o que mais chamou atenção do mercado no

comunicado do Copom

: a adição da palavra “extensão”.

O que o mercado recebeu de mensagem foi que o BC pode rever até quando vai o ciclo de corte de juros,

o que significa o fim desse movimento antes do esperado e juros mais elevados por mais tempo que o previsto inicialmente

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Fonte: cnnbrasil.com.br

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