Museu Oscar Niemeyer oferece oficinas e mediações gratuitas durante todas as quartas de junho

Marcelo Borges
2 min. de leitura
Foto: Exibir imagem maior

Durante o mês de junho, o Museu Oscar Niemeyer (MON) implementou uma nova programação nas quartas-feiras, oferecendo oficinas gratuitas voltadas para crianças e adultos. Essas atividades têm como objetivo proporcionar uma vivência enriquecedora, permitindo que os participantes explorem novos processos criativos enquanto apreciam as exposições em cartaz no MON.

Para participar das oficinas, os interessados devem retirar o ingresso diretamente na bilheteria do museu no momento da visita ou podem também realizar a reserva de forma online através do site oficial do MON.

SAIBA MAIS

  • Prazo para envio de cartas que integram exposição internacional no MON é prorrogado

A programação começa nesta quarta-feira, dia 3, com o workshop intitulado “Laboratório de experiências: guache lavado”. As atividades serão realizadas em dois horários: às 10h30 e às 14h30.

Outras atrações no Museu

Na segunda semana, especificamente no dia 10 de junho, ocorrerá a atividade “Mediação | MON sem Paredes – Arte ao Ar Livre”, também em duas sessões, às 10h30 e às 14h30. Esta intervenção apresenta obras interativas que são acessíveis ao toque, proporcionando uma experiência única aos visitantes.

- Publicidade-

No dia 17 de junho, quem visitar o MON poderá participar da “Oficina Mandalas de Papel”, que acontecerá nos mesmos horários das oficinas anteriores, às 10h30 e às 14h30. Essa proposta utiliza mandalas e padrões visuais presentes na exposição “Ásia: a Terra, os Homens, os Deuses”, permitindo que os participantes criem recortes e padrões em papel que podem ser pintados ou utilizados como estêncil.

Por fim, no dia 24 de junho, às 15h, o MON realizará uma mediação sobre obras da sua coleção africana, que contará com ativações contemporâneas na mostra “África, Expressões Artísticas de um Continente”. Durante essa mediação, os visitantes terão a oportunidade de dialogar e ampliar suas percepções, experiências e relações com as obras expostas.

Por: Matheus Chermont

Fonte: cbncuritiba.com.br

Compartilhe esta notícia