Jovem de 19 anos é preso na Paraíba por crimes virtuais contra criança em Curitiba

Marcelo Borges
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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) efetuou a prisão preventiva de um jovem de 19 anos nesta quinta-feira (6), na capital paraibana, João Pessoa. A operação policial aconteceu por meio de uma ação integrada com a Polícia Civil da Paraíba (PCPB). O suspeito é alvo de investigações rigorosas conduzidas pelas autoridades de segurança pública devido a acusações graves que envolvem a produção e o armazenamento de material de abuso sexual infantojuvenil, além de estupro de vulnerável e induzimento à automutilação.

O caso teve início no estado do Paraná, quando a responsável legal por uma criança de apenas 11 anos compareceu a uma delegacia em Curitiba para registrar um boletim de ocorrência formal. A partir desse momento, os investigadores da capital paranaense iniciaram diligências para apurar os fatos e identificar a autoria dos crimes relatados pela família.

No decorrer das apurações conduzidas pela equipe policial, constatou-se que a dinâmica criminosa teve ponto de partida no ambiente virtual. O investigado utilizou uma plataforma de jogos eletrônicos com recursos de interatividade online para se aproximar da vítima, estabelecer contato e iniciar o processo de aliciamento da criança. A partir dessa interface digital, o suspeito passou a manipular e constranger a vítima, culminando nos graves delitos investigados pelas autoridades policiais de ambos os estados.

A deflagração da prisão preventiva demonstra a cooperação intermunicipal e interestadual entre as forças de segurança pública do Paraná e da Paraíba, que mobilizaram equipes para localizar o paradeiro do suspeito na região Nordeste do país. A operação visa interromper a atuação de indivíduos que utilizam o meio digital e plataformas de entretenimento infantojuvenil para cometer crimes cibernéticos e abusos contra menores de idade.

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As investigações sobre o caso continuam em andamento na delegacia especializada em Curitiba, onde os policiais trabalham para analisar os dispositivos apreendidos e aprofundar o conhecimento sobre a extensão das atividades do investigado na internet. O material recolhido passará por perícia técnica para subsidiar o inquérito policial que será remetido ao Poder Judiciário, garantindo que o suspeito responda perante a Justiça pelos crimes imputados.

Fonte:: cbncuritiba.com.br

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