O mercado de televisão via satélite no Brasil se prepara para dar um salto tecnológico significativo nos próximos anos. A integração entre os sinais tradicionais de transmissão e a rede mundial de computadores deve abrir caminho para um modelo de serviço muito mais interativo e adaptado aos interesses individuais dos telespectadores. A avaliação é de Guilherme Saraiva, diretor de vendas Mídia e Satélite da Claro empresas.
Em conversa recente com a equipe da CDTV, o executivo detalhou como tem ocorrido a transformação na entrega de conteúdos via satélite em território nacional. Durante a entrevista, ele projetou cenários para o futuro do setor impulsionados pela convergência tecnológica e explicou a relevância estratégica da Claro na estruturação desse novo ecossistema, que ainda apresenta enorme potencial de expansão no país.
De acordo com o representante da companhia, a escolha da empresa para liderar o projeto partiu dos próprios radiodifusores. Além de atuar como operadora da plataforma tecnológica e disponibilizar a infraestrutura de capacidade espacial nos satélites, a organização assume uma responsabilidade central na articulação de todo o mercado para agilizar o processo de migração do sinal.
“A Claro empresas foi escolhida pelos radiodifusores para ser o operador da plataforma, além de ser a fornecedora da capacidade espacial no satélite. Mas temos também o papel agregador de reunir todo o ecossistema para acelerar a migração. O serviço vai ganhar nova cara”, destacou Saraiva durante a conversa, convidando o público a acompanhar todos os detalhes da entrevista na íntegra.
A evolução para a nova fase da TVRO (Televisão Regional por Satélite) busca superar os limites da transmissão unidirecional convencional. Com a incorporação de recursos conectados, as emissoras e operadoras poderão oferecer ferramentas que aproximam a experiência de recepção via antena parabólica dos recursos já encontrados nas plataformas de streaming e Smart TVs modernas.
Especialistas do setor apontam que a modernização do parque de recepção via satélite no Brasil é um movimento contínuo e estratégico para garantir que populações de áreas remotas ou de difícil acesso terrestre também possam usufruir de melhor qualidade de imagem, som e serviços complementares, consolidando a infraestrutura espacial como um dos pilares fundamentais para a inclusão digital e midiática em âmbito nacional.
Fonte:: convergenciadigital.com.br




