Presidente do STF reforça importância da democracia e paz nas urnas

Marcelo Borges
2 min. de leitura
Foto: © Gustavo Moreno/STF

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, destacou nesta quinta-feira (1°) a relevância do respeito à soberania do voto e a necessidade de manter a tranquilidade durante o pleito eleitoral marcado para o próximo domingo (4).

Por meio de um comunicado oficial distribuído à imprensa, Edson Fachin reiterou o firme compromisso com o regime democrático e assegurou que a liberdade de escolha dos cidadãos deve ocorrer estritamente em um ambiente pacífico e seguro.

“O voto é a expressão máxima da cidadania e a garantia de que a vontade popular define o futuro do Brasil”, declarou o magistrado ao reforçar o papel fundamental do sufrágio no país.

Durante seu posicionamento, o dirigente máximo da Suprema Corte brasileira também saiu em defesa da atuação desempenhada pela Justiça Eleitoral, ponderando que o fortalecimento da democracia é uma responsabilidade compartilhada por toda a sociedade e pelas instituições.

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“Convocamos os mais de 158 milhões de eleitoras e eleitores a exercer o direito ao voto com serenidade, consciência e confiança nas instituições”, complementou o ministro, chamando a atenção para a magnitude da participação cidadã no próximo fim de semana.

Investigação sobre suposta interferência externa

Em paralelo às manifestações sobre o processo eleitoral, o cenário político nacional foi movimentado por desdobramentos institucionais envolvendo autoridades federais. Mais cedo, a Advocacia-Geral da União (AGU) acionou formalmente a Polícia Federal (PF) e a Procuradoria-Geral da República (PGR).

A medida tem como objetivo apurar a veracidade de denúncias sobre uma suposta articulação do governo dos Estados Unidos voltada a interferir no processo eleitoral brasileiro e a deslegitimar a atuação do STF perante a opinião pública.

As apurações foram impulsionadas após repercussão de uma reportagem veiculada pelo jornal britânico The Guardian na última quarta-feira (30). Conforme a publicação internacional, o governo dos EUA destinou US$ 1 milhão (cerca de R$ 5,1 milhões) com o propósito de financiar iniciativas e campanhas contrárias ao tribunal superior brasileiro.

Fonte:: agenciabrasil.ebc.com.br

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